Doentil...
buscando a ela
um rosto sem voz
uma imagem na tela
ao que resta em flashes de memória
ela...
quem é?
oque quer?
atrai,
chama,
clama!
um selvagem magnetismo
aquele rosto
a lembrança do beijo
e seu gosto
a arrasadora presença
a espreita...
a espera...
a sentença!
incabivelmente supremo
o sentimento
inerente ao existir
o envolvimento...
existir
em inexistencia
a culpa...
a deficiencia!
olhares lascinante que atacam!
de onde?
toda parte!
presente,
ela...
distantes como o sonho mais irreal
o pensamento mais surreal
a liberdade em uma cela?
presentes,
pesadamente...
pertinentes seres impertinentes!
tão perto, tão longe
já um desconhecido;
o sentir!
ah! quem vagueia apenas,
ah! o sentir!
entrecortando em hinumanos lapsos!
o sepulcro vivo
do sentimento restituido.
Bruno the joker
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