Nas mãos do tempo correm os preceitos sem conceitos mas cheios de pré-conceitos
somos todos culpados, todos temos mil defeitos
todos temos mil pecados
eu na verdade vós digo, nunca quis que fosse assim
a noite turva caindo sobre mim
os trovões clereaim a escuridão
na minha vil imensidão...
sobre minhas memórias
caem pedaços quebrados do céu
que em forma de chuva
molham a carne crua
e enxarcam meu espirito frio
sem sentimentos,
e vazio
mas eu na verdade vós digo, nunca quis que fosse assim
a noite turva caindo sobre mim
no passado um garoto trajava preto
ouvia metal, calçava coturno
era um bicho noturno
com amigos iguais
procurando a mesma coisa
tentando encontrar a paz,
o calor nos braços de uma bela dama
mas até hoje o papo sempre acabou na cama
muitas pessoas passaram pela minha história
só algumas frequentam minha memória
eu busquei mas foi em vão
jamais sai da escuridão
o tempo passou, mas nada mudou
alguns ainda caminham ao meu lado
procurando o mesmo que eu
os poucos que restaram ainda estão aqui
e iremos prosseguir
como cavaleiros ou guerreiros
ainda iremos vasculhar a noite
se ontêm não foi possivel,
quem sabe outro dia
e mesmo que a serpente nos ofereça a vil maça
no outro dia ainda seremos os cavaleiros do amanhã
Bruno the joker
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