No teu suor um frio nervoso
as agruras de um morfético leproso
teve medo
um mal estar vertiginoso
era tarde
veio firme
sem razão nem explicação
na coronha o teu crime
foste burro
desfigurou o velho índio
o peiotista sagrado
que vira todo infanticidio
vejo teu herói
criando o teu vilão
em uma espécie de santa ceia da fera
Belerofonte e a Quimera
vejo você
que está triste
fugindo ao longe
para que ninguêm o aviste
você errou
atirou no inocente
você era o inocente, o generoso
agora é o cadaver exposto
Bruno The Joker
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