Pouco, sabemos tão pauco
Somos analfabetos diante do universo
Louco, não serei eu o louco
Que dirá que tem todas as respostas
Elas são inalcançaveis e suposições nos foram impostas
Lá vem o cristão com esse papo de fé, falando de um lugar que ninguem sabe onde é
Mas concorco com a massa, se não criarmos algo tudo irá perder a graça
Mesmo assim não consigo acreditar...a razão me persegue onde quer que eu vá
Então prossigo sem esperança, em um corpo adulto com alma de criança
Entre acertos e fracassos, os acertos são excassos
O tempo passa, o tempo voa
Se hoje sou jovem, os segundos escorrem os minutos me correom
Não temos nada a não ser nosso semblante
A alegria momentanea e seu rompante
Amanhã serei um velho contador de estórias, misturando a antiga realidade com paródias
Observando o vento varrer as ruas
E assistindo a ironia da vida aprontando das suas
Assim como fazia, no meu tempo
Bruno the joker
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