quinta-feira, 13 de agosto de 2020

No meu tempo

 Pouco, sabemos tão pauco

Somos analfabetos diante do universo

Louco, não serei eu o louco

Que dirá que tem todas as respostas

Elas são inalcançaveis e suposições nos foram impostas

Lá vem o cristão com esse papo de fé, falando de um lugar que ninguem sabe onde é

Mas concorco com a massa, se não criarmos algo tudo irá perder a graça

Mesmo assim não consigo acreditar...a razão me persegue onde quer que eu vá

Então prossigo sem esperança, em um corpo adulto com alma de criança

Entre acertos e fracassos, os acertos são excassos

O tempo passa, o tempo voa

Se hoje sou jovem, os segundos escorrem  os minutos me correom

Não temos nada a não ser nosso semblante

A alegria momentanea e seu rompante

Amanhã serei um velho contador de estórias, misturando a antiga realidade com paródias

Observando o vento varrer as ruas

E assistindo a ironia da vida aprontando das suas

Assim como fazia, no meu tempo

Bruno the joker

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