domingo, 4 de dezembro de 2011

o abandono

O abandono...
toda pureza que um dia houve, foi perdida
toda ingenuidade foi destruida
aquele cara de coração aberto morreu
ele morreu, morreu
aquele cara morreu
e restou eu
solidão...
medo de amar? ou de se envolver?
talvez medo de se machucar...
tristeza...
é ser uma sombra do que se foi
vagamos dentro dos labirintos de nossas mentes
sobrevivemos inconcientes
anestesiados de tudo
dos mentirosos amores do mundo
abandono...
um candelabro sem dono
sem velas, sem luz
eu, somente eu
você somente você
quando sentir os pressagios da morte
poderá estar rodeado de parentes ou vizinhos
mas se sentira sozinho
muito sozinho.

Bruno the joker

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