terça-feira, 20 de setembro de 2011

Incontinencia

inconsistencia,
lapdação incoerente da demencia
a existencia!

foi isso que te disseram no inferno?
um canalha vestido de terno
ilusionista ou impressionista?
traz o passado
o holocausto que se avista...

o passado?
um grande vigarista
da lembrança boa
hoje o porco chovinista
chafurda na lama!
faça dela sua cama!
daquele tal amor eterno
a fagulha que te inflama
de cinzas, e de restos
sejamos honestos
ninguém presta e isso é certo

a decepção,
sua desgraça que reflete imcompreensão
se hoje chove e amanha então?
encher-se-a seu coração
da lágrima e da falta de perdão
que de esquina em esquina cruza sua vida
desmantelando suas feridas
da tua cara que ela ja fez de esquecida
sobe frio essa descida!
porque oque hoje é teu
amanha ta na conta do Abreu

esse carro e essa casa?
de nada adianta essa adição
da terra ao pó
do amor ao esquecimento
do coraçao que era mole
faz dele seu cimento
antes que te deixem voar
pra cair no esquecimento

o presente?
um velho incontinete
deixa fluir livremente
o colapso frivolo
da decadencia iminente

e se hoje tens a briga
amanha a vil fadiga
da perda que esta por vir
seja ela ilusória
ou a verdade a existir
o sentimento que te emprega
é o de um corpo a falir

já o futuro meu amigo?
esse sim é teu amigo
só porque ele nao existe
e nao mente pra você
é escuro e duro
como a capa de um livro
que traz o titulo que vos diz
que daqui ninguem sai vivo


Bruno the joker

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