Nas ruas, nas esquinas
no ar, em todo lugar
no chão, um corpo esperando uma mão
na evidencia de um crime
a cada segundo passado
fatos marcados
e a dor que faz parte de tudo
que se despreende da covardia do mundo
e se alinha com o universo ondulando o tempo
realinhando com o vento
confrontando o amor com o odio
evidenciando o odio com o amor
construindo pontes, quadrados demasiados
cenas de lugares despedaçados
unindo a sombras com a luz
na mesma condição de agora
onde ficar significa ir embora
agora sem limites,
sem fronteiras,
não existem muralhas
para quem não constroi barreiras
e tudo isso, junto, se solidifica e se condensa
em uma massa imensa: o equilibrio!
que pode tecer a referencia
criando a ultima voz;
a permanencia.
Bruno The joker
Nenhum comentário:
Postar um comentário