terça-feira, 20 de setembro de 2011

Sinfonia Eterna

Obs.:  Este texto em forma de poesia moderna foi escrito a 15 anos, como sendo a primeira página de um vasto material, embora antigo, preferi começar com este por ter sido o primeiro. Mas depois disso não seguirei nenhuma ordem cronológica, visto que o intuito não é a ordem maquinaria das coisas mas sim a alienação dos sentidos.

Em uma busca eterna por aprendizado, o incerto se viu indecifravel.
A coerencia beirava o limite, mas a incostancialhe trazia segurança.
Um enorme vazio tragava a sabedoria, que se via imperfeita diante do inesperado.
Ao seu redor a felicidade e a tristeza brigavam pela liderança, sem nunca haver vitória ou derrota.
Amor e ódio, extremos opostos que ao mesmo tempo beiravam a igualdade.


As luzes se apagam, fecham-se as cortinas e não há aplausos.


O abandono se torna cruel quando o silencio se torna ensurdecedor, levando a sanidade a se tornar
um antonimo frio e calculista, onde não resta paz, somente dor.


As luzes se apagam, fecham-se as cortinas e não há aplausos.


Em uma sinfonia eterna a distorção é iminete...mas não se de por vencido, não deixe que seu coração se torne pedra.
Beba todo o calice, aproveite, viva o dia, antes que venha a tormenta;
pois um dia,


As luzes se apagam, fecham-se as cortinas e não há aplausos.


Vá agora, não se de por vencido, tente encontrar o elo perdido, onde sua alma foi partida em pedaços
que se perderam no infinito.


Continue!

Bruno the joker

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